O papel social do EAD

O papel social do EAD: mais inclusão, equidade e diversidade!

Já ouviu falar no poder transformador da educação, que envolve o papel social do EAD como instrumento de inclusão, equidade e diversidade? Para Nelson Mandela, “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Portanto, preparamos um post especialmente dedicado a falar sobre a relevância do e-learning, principalmente em tempos de crise.

Por sinal, diante dos impactos causados pelo coronavírus, o papel social do EAD ficou ainda mais evidente. Fatores como acessibilidade, autonomia, flexibilidade, custo-benefício e inovação tecnológica também passaram a ganhar destaque, tanto para a educação básica e profissionalizante, quanto para o ensino superior, os cursos livres e até mesmo as universidades corporativas

Nesse sentido, recomendamos o webinar da Casa Firjan, intitulado: “Covid-19: o futuro do EAD é agora! Desafios e oportunidades do ensino a distância”. Na ocasião, os especialistas, convidados pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, falam sobre a consolidação da produção digital para “acelerar” o futuro.

Mas qual é o papel social do EAD em relação à inclusão, equidade e diversidade?

Para facilitar o entendimento sobre o papel social do EAD, vamos falar mais sobre o que significa: inclusão, equidade e diversidade. Vale lembrar que, em alguns momentos, esses conceitos se aproximam bastante, já que são pautas complementares. 

Inclusão

De fato, o EAD é um instrumento de inclusão, pois supera as distâncias e democratiza o acesso ao conhecimento, principalmente quando falamos de vulnerabilidade social. Em face do contexto socioeconômico em que estes grupos estão inseridos, as dificuldades abrangem a renda, a escolarização, a saúde, a localização geográfica e, também, o mercado de trabalho. 

Logo, podemos citar uma das políticas inclusivas da Natura como um exemplo e, ainda, uma inspiração. Entre outras ações, a empresa vai além daquilo que estabelece a Lei das Cotas, ao ampliar as contratações de profissionais com deficiência.

Dessa forma, o papel social do EAD se relaciona com a sua contribuição significativa para as mudanças efetivas em nossa sociedade. E, além dos pontos que já citamos, não podemos perder de vista os seguintes ganhos:

  • Redução da desigualdade social e da violência;
  • Diminuição dos índices de abandono escolar;
  • Resgate da autoestima das pessoas com deficiência;
  • Possibilidade de conciliar a carreira e os estudos;
  • Melhoria da qualidade de vida mediante o acesso à formação.

Para complementar, indicamos a live “Aprendizagem como inclusão social”, promovida pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). Contando com um intérprete em Libras, a Língua Brasileira de Sinais, diversos profissionais abordam a importância desse tema, envolvendo também o âmbito jurídico.

Equidade

Diferente da concepção de “igualdade”, a equidade diz respeito a tratar as pessoas de maneira equânime, ou seja, propiciar ferramentas personalizadas para minimizar as desigualdades sociais. Isto é, oferecer oportunidades em inúmeras instâncias.

Por exemplo, a Unilever criou um programa chamado Senhor Estagiário, com vagas de estágio dedicadas aos estudantes que têm mais de 55 anos. No caso, esse é um público que costuma encontrar entraves para se recolocar no mercado de trabalho, em razão da faixa etária. 

Nessa perspectiva, o papel social do EAD nos aproxima do ideal de justiça social. Para tal, é imprescindível reconhecer as diferenças e os privilégios, de modo que possamos reverter os quadros de injustiça, a exemplo de iniciativas como: 

  • Oferta de oportunidades para todas as pessoas, independente de: gênero, raça, religião, classe social, idade, nível de escolaridade etc.;
  • Mais integração nos espaços de poder e conhecimento, sejam eles públicos ou privados;
  • Planos de cargos e salários com remunerações iguais para quem desempenha a mesma função;
  • Desconstrução do sistema meritocracia, substituindo por estratégias customizadas e justas, conforme as necessidades de cada grupo.

Diversidade

Já a diversidade visa criar ambientes plurais, em que não haja discriminação social por idade, etnia, necessidades especiais, crenças, orientação sexual, gênero, cultura, classe social, valores e afins. 

Sendo o maior banco de dados dos currículos de pessoas transgênero, a Agência TransEmpregos  tem o propósito de transformar vidas, lançando mão de oportunidades exclusivas, além de palestras de conscientização para empresas e cursos gratuitos.

Por fim, em se tratando do papel social do EAD no tocante à criação de ambientes diversos e respeitosos, alguns dos principais benefícios são:

  • Estímulo ao respeito às pessoas e suas respectivas diferenças; 
  • A pluralidade de opiniões traz soluções inovadoras para os negócios;
  • Engajamento do público interno e alinhamento com a cultural organizacional;
  • Acolhimento e promoção dos direitos humanos, considerando o direito à educação e outros.

Recursos práticos que reforçam o papel social do EAD

De acordo com o Censo EAD BR, realizado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), as tecnologias “potencializam a ampliação dos recursos disponíveis”. Com isso, favorecem “a aplicação de estratégias pedagógicas que atendem aos diversos estilos de aprendizagem e a incorporação de metodologias ativas”.

Em outras palavras, o ensino a distância abre um amplo leque de opções para pessoas e instituições que querem investir no poder transformador da educação, em prol do desenvolvimento pessoal e profissional.

E, por falar nessas incontáveis possibilidades trazidas pela inovação tecnológica, listamos algumas estratégias bem-sucedidas:

Então, agora que você já conhece a relevância do papel social do EAD, fale com a nossa equipe para conhecer o trabalho da EAD Plataforma, incluindo exemplos de quem já está usando nossos recursos. Afinal, se o seu talento é compartilhar educação, nós queremos te ajudar nessa jornada! 

Pensando nisso, preparamos conteúdos diversificados em nosso Blog, para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem frente aos novos paradigmas do contexto educacional, tais como:

Fabio Godoy